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quarta-feira, 3 de julho de 2013

CONVERSANDO COM OS ESPÍRITOS


Ontem dei de cara com o livro "Conversando com os Espíritos" na mesa da sala. Como ele chegou até lá não é importante. O importante é que ele chegou.
E como nada é por acaso, o livro espírita data do mesmo ano em que eu comecei a gostar da doutrina espírita, 1997, quando minha mãe morreu de câncer.
Apesar de antigo, o livro foi a primeira obra que eu li que não era romance nem poesia.
Também foi o primeiro livro espírita que eu li escrito por um autor estrangeiro. James Van Praagh é um nova iorquino simpático, parecido com o Magnum (aquele detetive havaiano que usava camisas floridas e pilotava uma Ferrari na famosa série dos anos 80). Curiosamente, ele foi o primeiro médium americano a ser nacionalmente reconhecido, tanto é que 'ganhou' vários programas de TV depois do lançamento deste livro. "Conversando com os Espíritos" traz  relatos concretos de um médium e seus clientes. O livro aborda, exclusivamente, como lidar com a perda de um ente querido, em temas como suicídio, Aids, transições trágicas, acidentes fatais, e atéo reencontro entre pessoas que se amam no plano espiritual.
Apesar de trágico, é sensacional. Emocionante. São vários e vários relatos vividos pelo autor, e o interessante é que a maioria dos clientes eram pessoas que não acreditavam em vida após a morte.
James Van Praagh também conta como aprendeu a lidar com seu dom e, no fim do livro, dá dicas importantes pra acabar com o desagradável sentimento de perda.
Devorei o livro em uma hora e meia;  mal pisquei entre as palavras, de tão marcante que é o texto. É muito gostoso quando o autor escreve corretamente, na forma direta, sem rebuscamento nem palavras difíceis. E por ser um livro-relato totalmente sobre fatos reais, a leitura flui ainda mais gostosa e enriquecedora.
Duvido que você não se lembre de alguém que se foi; duvido que você não se emocione.
Se você não acredita em vida após a morte, talvez você mude de ideia...

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